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ECONOMIA

70% das empresas em funcionamento falam em impacto negativo da pandemia, diz IBGE

Por outro lado, 16,2% declararam que o efeito foi pequeno ou inexistente, enquanto 13,6% relataram um impacto positivo

16 julho 2020 - 10h39
Os efeitos negativos foram percebidos por 70,1% das empresas de pequeno porte, 66,1% das intermediárias e 69,7% das empresas de grande porte.
Os efeitos negativos foram percebidos por 70,1% das empresas de pequeno porte, 66,1% das intermediárias e 69,7% das empresas de grande porte. - (Foto: Priscila Forone )
HVM

Na primeira quinzena de junho, entre as 2,744 milhões de empresas em funcionamento no Brasil, 70,0% informaram que a pandemia do novo coronavírus teve um impacto negativo sobre os negócios. Por outro lado, 16,2% declararam que o efeito foi pequeno ou inexistente, enquanto 13,6% relataram um impacto positivo.

Os dados são da Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas Empresas, que integram as Estatísticas Experimentais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os efeitos negativos foram percebidos por 70,1% das empresas de pequeno porte, 66,1% das intermediárias e 69,7% das empresas de grande porte. Entre os setores, o impacto foi negativo para 74,4% das empresas de Serviços; 72,9% da Indústria; 72,6% da Construção; e 65,3% de Comércio.

A queda nas vendas ou serviços comercializados em decorrência da pandemia foi sentida por 70,7% das empresas em funcionamento na primeira quinzena de junho em relação a março, quando começaram as medidas de isolamento para combater a disseminação do novo coronavírus. Ao mesmo tempo, 17,9% disseram que o efeito da pandemia foi pequeno ou inexistente sobre as vendas, e outros 10,6% afirmaram que perceberam um aumento nas vendas com a covid-19.

Houve queda nas vendas em 70,9% das companhias de pequeno porte, 62,9% das médias e 58,7% das grandes. Entre os setores, as vendas caíram em 73,1% das empresas de Construção, 71,9% de Serviços, 70,8% de Comércio e 65,3% da Indústria.

Em relação à produção, 63,0% das empresas enfrentaram dificuldade de fabricar produtos ou atender clientes, enquanto 29,9% relataram não ter havido alteração significativa e outros 6,9% tiveram facilidade.

Quando ao acesso a fornecedores, 60,8% relataram dificuldades, 30,2% informaram não ter existido alteração significativa, e 5,7% encontraram facilidade.

Sobre o caixa, 63,7% apontaram que tiveram dificuldades para realizar pagamentos de rotina, 33,1% das empresas não registraram alteração significativa e 2,3% afirmaram que encontraram facilidade.

O IBGE estimou que 1,2 milhão de empresas em funcionamento, uma fatia de 44,5%, adiaram o pagamento de impostos desde o início de março, sendo que 51,9% delas consideraram ter recebido apoio do governo na adoção dessa medida.

Aproximadamente 347,7 mil empresas em funcionamento na primeira quinzena de junho, 12,7% delas, conseguiram crédito emergencial para pagamento da folha salarial desde o início da pandemia. Desse total, 67,7% consideraram ter tido apoio do governo na adoção dessa medida.

Cerca de 32,9% das companhias alteraram o método de entrega de seus produtos ou serviços, o que inclui a mudança para serviços online, e 20,1% lançaram ou passaram a comercializar novos produtos ou serviços desde o início da pandemia.

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