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PATRIMÔNIO CULTURAL

Feira Central terá apoio da UEMS para virar patrimônio cultural da União

Visando colaborar no processo para que a Feira Central de Campo Grande seja considerada como patrimônio cultural e imaterial da União, a UEMS vai oficializar um convênio com a associação mantenedora da feira, a Afecetur, nesta sexta-feira.

18 maio 2018 - 07h30
Feira Central é um dos pontos turísticos de Campo Grande e já foi considerada Patrimônio Cultural e Imaterial do município
Feira Central é um dos pontos turísticos de Campo Grande e já foi considerada Patrimônio Cultural e Imaterial do município - Divulgação

 Nesta sexta-feira (18.5), a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems) vai oficializar um convênio com a Associação da Feira Central, Cultural e Turística de Campo Grande (Afecetur). A parceria deve viabilizar que a Universidade participe do processo de registro de Patrimônio Cultural e Imaterial da União, através de pesquisas, levantamentos de inventários, produção de documentários e outros.

A cerimônia de oficialização do convênio acontece a partir das 9h, no auditório do Sebrae, em Campo Grande, e contará com a presença do reitor, Fábio Edir dos Santos Costa, e do prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad. Neste dia, a Afecetur junto à Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Mato Grosso do Sul, Sebrae e prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur) vão oferecer uma palestra técnica sobre o Processo de Registro de Patrimônio Cultural e Imaterial da União. A palestra será ministrada pelo diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial, da Sede do Iphan (Brasília), Hermano Queiroz.

Ele deve esclarecer dúvidas quanto ao processo e falar sobre a importância do registro para a cidade e o estado de Mato Grosso do Sul.

Patrimônio da União

Em 2017, a Feira Central foi registrada como Patrimônio Cultural e Imaterial de Campo Grande. No início de 2018, o prefeito da Capital, junto com o secretário de Cultura e Cidadania do Estado, Athayde Neri, o vereador João Cesar Mattogrosso e as representantes da Feira Central, Alvira Appel (presidente da Afecetur) e Luciane Rosa (vice-presidente), fizeram o pedido de registro da Feira Central de Campo Grande como Patrimônio Cultural e Imaterial Brasileiro, diretamente ao presidente Nacional do Iphan, Kátia Bogéa. A palestra desta sexta-feira (18.5) faz parte desse processo que será avaliado pelos conselheiros do Instituto.

Hermano Queiroz é mestre em Preservação do Patrimônio Cultural pelo Iphan, foi consultor jurídico do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia; diretor de Projetos, Obras e Restauro do Ipac, diretor de preservação do Ipac e diretor do Departamento do Patrimônio Imaterial do Iphan no Brasil.

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