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PATRIMÔNIO

Presidente da Fundação de Cultura acompanha técnicos em vistoria ao Castelinho de Ponta Porã

Prédio histórico vai receber escoramento emergencial até o início da obra de restauração

13 março 2019 - 07h30
O prédio, erguido na década de 1920 com recursos federais e contribuições da companhia Matte Laranjeira, foi base governamental na fronteira durante o governo de Getúlio Vargas
O prédio, erguido na década de 1920 com recursos federais e contribuições da companhia Matte Laranjeira, foi base governamental na fronteira durante o governo de Getúlio Vargas - Foto: Divulgação

A diretora-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), Mara Caseiro, acompanhou na segunda-feira (11.3) técnicos do Patrimônio Histórico e da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) durante visita ao Castelinho, no município de Ponta Porã.

O prédio, erguido na década de 1920 com recursos federais e contribuições da companhia Matte Laranjeira, foi base governamental na fronteira durante o governo de Getúlio Vargas. Com sua extinção, já foi utilizado como quartel e cadeia, tendo valor histórico inestimável para o Estado.

O projeto arquitetônico para a recuperação do Castelinho está em processo de execução e deve ficar pronto até o fim de maio. Até lá, o Governo do Estado fará um novo escoramento emergencial, visando preservar esse prédio tão importante para a história de Mato Grosso do Sul.

“A Agesul já levantou os custos e os recursos para execução do escoramento já foram liberados pelo governador Reinaldo Azambuja. Faremos todos os esforços para que tudo seja feito o mais rápido possível e que a obra de restauração do Castelinho seja iniciada no ano que vem”, explicou Mara Caseiro.

De acordo com ela, o escoramento interno e externo custará cerca de R$ 64 mil. Laudo comprovou que a contenção poderá ser realizada com eucalipto tratado ou outra madeira de boa qualidade, e que tem um ano e meio a dois anos de duração.

A diretora-presidente da FCMS conversou sobre o assunto com o prefeito do município, Hélio Peluffo, e com o promotor de Justiça, Gabriel da Costa Rodrigues Alves.

“Nosso intuito foi prestar contas, falar sobre o escoramento, e demonstrar não apenas nossa preocupação com todo esse processo, mas o empenho do Governo do Estado, por meio da Fundação de Cultura, para tornar essa restauração uma realidade”, comentou.

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