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PÓS-PANDEMIA

Maioria dos idosos de MS querem voltar a frequentar a igreja após pandemia do coronavírus

A pesquisa foi realizada com idosos acima de 60 anos

29 junho 2020 - 11h40Carlos Ferreira
Mais um desafio é que, diferentemente do comportamento de outras faixas etárias, o grau de receio em relação ao novo coronavírus cresceu nos últimos meses entre os idosos, hoje a categoria mais receosa
Mais um desafio é que, diferentemente do comportamento de outras faixas etárias, o grau de receio em relação ao novo coronavírus cresceu nos últimos meses entre os idosos, hoje a categoria mais receosa - (Foto: Divulgação)
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Considerados o grupo de risco do novo coronavírus, os idosos de Mato Grosso do Sul já sabem quais serão os segmentos que voltarão a consumir após a pandemia. Conforme a pesquisa realizada pelo Sebrae/MS e Fecomércio, o primeiro lugar que os idosos acima de 60 anos pretendem visitar é a igreja com 72%, seguido pelo comércio geral com 45%, parques com 23%, restaurantes com 16%, shoppings com 3% e salões de beleza com 1%.Na pesquisa fica evidenciado que a necessidade de ir até qualquer comércio está mais relacionada ao passeio do que a comprar algo.

Se tratando de consumo, os idosos querem voltar a consumir prioritariamente dos segmentos de alimentação e bebidas com 51% e saúde também com 51%. Neste último setor, eles são destaque em comparação às demais faixas etárias, onde uma parcela menor tem interesse com 28%.

No quesito compras, os idosos são um desafio para os empresários. Segundo o estudo, eles não são tão influenciados por atrativos tradicionais para pessoas de outras faixas etárias: apenas 8% citou atendimento como diferencial – importante para 49% na média das idades –; e 6% se interessou pelo pagamento à vista com descontos, destaque para 30% na média das idades.


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Mais um desafio é que, diferentemente do comportamento de outras faixas etárias, o grau de receio em relação ao novo coronavírus cresceu nos últimos meses entre os idosos, hoje a categoria mais receosa. Para se ter uma ideia, em março, eles eram o grupo com menor medo. Já no caso das pessoas com menos de 60 anos, o estudo aponta que houve uma redução gradual neste índice.

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