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CARROS

Quais as vantagens da dobradiça pantográfica no porta-malas?

Item não toma espaço no compartimento de bagagens, mas custo elevado faz marcas descartarem o recurso

29 dezembro 2017 - 11h47Com Informações da Quatro Rodas
Dobradiças articuladas do Peugeot 408 não invadem porta-malas
Dobradiças articuladas do Peugeot 408 não invadem porta-malas - Divulgação

Sua principal virtude é não ocupar o compartimento de bagagens quando o porta-malas está fechado, ao contrário da tradicional estrutura “pescoço de ganso”.

Essa não é sua única vantagem. Uma série de partes articuladas permite que a tampa do porta-malas mude de ângulo em relação à carroceria conforme é movimentada.

Isso possibilita, por exemplo, que a tampa abra o suficiente para facilitar o acesso ao porta-malas sem que sua parte mais alta supere o teto do carro.

Entretanto, sua estrutura mais complexa tem um custo maior e pode provocar mais ruídos, por conta do maior número de componentes.

Item é raridade entre os sedãs

A maioria dos sedãs vendidos no Brasil não dispõem de dobradiças pantográficas, inclusive veículos que custam mais de R$ 100.000 – como Honda Civic e Toyota Corolla.

As hastes não só tomam espaço do compartimento de bagagens como podem amassar objetos menos resistentes.

Alguns carros perderam as dobradiças pantográficas na transição entre gerações. Nissan Sentra e Ford Focus Sedan/Fastback são dois exemplos.

Outros modelos possuem o pescoço de ganso, mas as hastes ficam protegidas por um compartimento – o que não impede de roubar o espaço do porta-malas mesmo assim.

Aqui se enquadram modelos como Citroën C4 Lounge, Ford Fusion e VW Passat.

Apenas Mitsubishi Lancer, Peugeot 408 e Ford Ka Sedan (anteriormente chamado Ka+) saem de fábrica com o equipamento.

ALMS CORTESIA
TJ MS