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SALÃO DO AUTOMÓVEL

Marca Senna faz inédita apresentação do superesportivo Mclaren Senna no salão do automóvel de São Paulo

O McLaren Senna se destaca ainda por ter o monocoque mais reforçado já construído para um veículo de rua da fábrica inglesa

8 novembro 2018 - 09h49Da Redação
500 unidades que estão sendo produzidas na McLaren Automotive, em Woking, na Inglaterra, foram imediatamente comercializadas
500 unidades que estão sendo produzidas na McLaren Automotive, em Woking, na Inglaterra, foram imediatamente comercializadas - Divulgação

Quando o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo 2018 abrir as portas para o público nesta quinta-feira (08/11), às 13 horas, a marca SENNA será uma das principais atrações. Com seu estande montado na área Vip Dream Lounge do evento, ela mostrará pela primeira vez para o público brasileiro o novo superesportivo McLaren Senna, o modelo de rua mais radical, ousado e completo produzido, até hoje, pela fábrica inglesa.

Além do exclusivo esportivo que ainda não rodou em território brasileiro, a marca SENNA está expondo também no salão a réplica do carro de corrida de Fórmula 1 MP4/6 número 1 que o piloto Ayrton Senna obteve a sua primeira vitória no Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, em 1991 e que o consagrou definitivamente, naquela temporada, como tricampeão mundial da principal categoria do automobilismo.

“Além de poder ver de perto estes dois modelos extraordinários que trouxemos para o Brasil especialmente para os fanáticos por carros e fãs de Ayrton Senna, os  os visitantes do Dream Lounge terão ainda em nosso espaço dois cockpits do jogo Xbox da Microsoft com o recém lançado Forza Horizon 4, no qual o McLaren Senna é o carro-estrela, além de um simulador de realidade virtual (VR) em que as pessoas podem passear por um museu virtual com itens do piloto”, adiantaBianca Senna, CEO responsável pela marca SENNA.

O espirito de Ayrton Senna sempre esteve presente na McLaren – com quem ele ganhou os seus três campeonatos mundiais de Formula 1. Fiel às lendárias habilidades do piloto que inspirou o seu nome, o McLaren Senna é o carro de corrida com licença para andar nas ruas mais radical da McLaren.

Ele gera quase 800 cavalos de potência (789bhp) e 800Nm de torque no seu motor V8 bi-turbo de 4.0 litros, que combinado aos 1.198kgs de peso e 800 kg de Downforce se traduzem numa performance surpreendente. O McLaren Senna acelera de 0-100km/h em meros 2.8 segundos e de 0-200km/h em impressionantes 6.8 segundos.

Quem pode resumir melhor o desempenho deste superesportivo é o piloto Bruno Senna. Além de ter participado do desenvolvimento do carro, o sobrinho de Ayrton pilotou o carro na pista, quando fez o seguinte comentário: “o McLaren Senna honra o meu tio por ser absolutamente focado no piloto e em sua conexão total com o veículo. Esse engajamento, essas pistas sensoriais às quais o motorista responde e das quais ele depende, toda a experiência imersiva, estiveram no centro do desenvolvimento”.

CORTE NA IGNIÇÃO COM TROCAS MAIS RÁPIDAS DE MARCHAS

Para transmitir em sua pilotagem as mesmas sensações que Ayrton Senna experimentou com seus carros de corrida, o McLaren Senna traz ainda outras características inéditas, como a tecnologia Ignition Cut adotada da Fórmula 1, que provoca um corte momentâneo de centelha durante uma mudança de marchas para proporcionar trocas mais rápidas possíveis. Com este corte na ignição, tanto na troca de uma marcha para cima ou para baixo, esta tecnologia amplamente desenvolvida de transmissão e software da McLaren proporciona um aumento de desempenho verdadeiramente impressionante em linha reta. O conjunto de transmissão é completado por uma caixa de câmbio de sete marchas, com embreagem dupla e transmissão contínua, que fornece a tração do motor montado entre-eixos para as rodas traseiras.

SUSPENSÃO COM CONTROLE RACEACTIVE DE ALTURA

Outra tecnologia avançada do superesportivo está em sua aerodinâmica de chassi proporcionada por combinar a revolucionária suspensão desenvolvida para o McLaren P1 ™ com a mais recente criação de controle denominada RaceActive Chassis Control II. Esta inovadora suspensão hidráulica traz o modo Race, que reduz significativamente a altura do esportivo em movimento, melhorando o centro de gravidade e a aerodinâmica. Assim, à medida que a velocidade aumenta, a suspensão endurece para suportar as crescentes cargas aerodinâmicas, o que garante ainda mais controle ao motorista em utilizações esportivas de pista ou de estrada.

AEROFÓLIO TRASEIRO DUPLO QUE ATUA COMO ASA DE FÓRMULA 1

Além da exclusiva suspensão, o McLaren Senna tem outros elementos aerodinâmicos ativos, incluindo a gigantesco aerofólio traseiro duplo controlado por um sistema hidráulico. Sua atuação lembra a asa de um carro de Fórmula 1, já que ele se reposiciona constantemente para aumentar o nível de pressão aerodinâmica, além de atuar como freio aerodinâmico em velocidades altas. Todas as tomadas de ar são funcionais, inclusive aquelas presentes abaixo dos faróis e das lanternas.

PERCORRE APENAS 100 METROS DE DISTÂNCIA EM FREADA DE 240 KM/H

O sistema de freios é o mais moderno já instalado em um esportivo de via pública da McLaren. Utiliza tecnologia de corrida com discos de cerâmica de carbono que a, cada geração, demoram cerca de sete meses a serem criados (sete vezes mais do que um disco de cerâmica de carbono convencional). As pinças dianteiras inspiradas na Fórmula 1™ apresentam um design monobloco super-rígido e seis pistões ventilados para reduzir as temperaturas. Um servo-freio usado no McLaren P1 ™ GTR somente para pista melhora a modulação e a consistência do pedal.

O resultado entre a mistura destes componentes de freios feitos para a pista tornam o McLaren Senna um carro superseguro nas frenagens: percorre a distância de apenas 100 metros vindo à velocidade de 240 km/h e menos de 30 metros na velocidade de 100 km/h. Colaboram também os pneus especiais Pirelli P Zero Trofeo R 245/35 ZR 19 na frente e 315/30 ZR 20 na traseira, que envolvem as rodas de alumínio ultraleves com uma porca central – como em um carro de competição.

SISTEMA DE ESCAPE DIFERENTE DE QUALQUER OUTRO

O McLaren Senna se destaca ainda por ter o monocoque mais reforçado já construído para um veículo de rua da fábrica inglesa. Todas as partes da carroceria são feitas de fibra de carbono, contribuindo para fazer dele o automóvel mais leve da McLaren desde o mítico F1: são apenas 1.198 kg. Outro diferencial é o sistema de escape com três canos que saem pelo deck traseiro liberando ineditamente os gases pelo lado de cima da carroceria, em ângulo que favorece a aerodinâmica e melhora o resfriamento do motor, visível por fora por meio de uma cobertura leve de policarbonato.

BOTÕES EM CONSOLE NO TETO ACIONAM MOTOR E ABREM AS PORTAS

Dentro do cockpit do McLaren Senna, a engenharia extrema é clara. O volante de três raios é semelhante ao do modelo 720 S, shift paddles e livre de botões e interruptores. Os mecanismos de abertura das portas e de acionamento das janelas foram instalados num console montado no centro do teto, onde ficam também outras funções vitais do carro, incluindo o botão do modo Race e até o comando para acionar e desligar o motor.

Praticamente todas as partes do interior têm fibra de carbono exposta, com exceção do revestimento do teto e dos bancos do tipo concha, que podem ser recobertos por couro ou Alcantara. Atrás dos assentos fica um compartimento para acomodar um par de macacões e dois capacetes ou pequenos objetos. A estrutura das portas, que se movimentam para cima e até os seus amortecedores pneumáticos ficam à mostra para diminuir algumas gramas no peso.

SUCESSO DE VENDAS: 500 UNIDADES COM VENDAS IMEDIATAS

Com todas estas inovações de construção inspiradas nas qualidades e benefícios que marcaram a carreira de Ayrton Senna nas pistas e por ser o primeiro carro de rua com o sobrenome do tricampeão mundial de Fórmula 1, o McLaren Senna foi um sucesso absoluto de vendas. As 500 unidades que estão sendo produzidas na McLaren Automotive, em Woking, na Inglaterra, foram imediatamente comercializadas. Três delas para o mercado brasileiro e por aproximadamente R$ 8 milhões cada uma. A primeira delas deve chegar no País até o final do primeiro semestre do ano que vem.

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