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CRIME AMBIENTAL

Infratora é multada por desmatamento e exploração ilegal de madeira no Pantanal

A proprietária da fazenda localizada em Corumbá foi multada em R$ 91,5 mil pela PMA. Responsável pode ser condenada com detenção e reclusão.

15 julho 2020 - 11h59Da Redação
Madeira das espécies aroeira apreendidas pela PMA
Madeira das espécies aroeira apreendidas pela PMA - (Foto: PMA/ Divulgação)
HVM

Policiais militares ambientais autuaram e multaram, por desmatamento e exploração de madeira irregular, em R$ 91,5 mil, nesta última terça-feira (14), a responsável por uma propriedade rural próxima à rodovia MS 178, localizada a 21 quilômetros de Corumbá, municipio distante 428 quilômetros de Campo Grande.

Segundo informações da Polícia Militar Ambiental (PMA), depois de receber denúncias sobre um desmatamento, foi verificado que a proprietária da fazenda, com uso de máquinas, havia desmatado uma área de 12 hectares de vegetação nativa, medidos em GPS. Para saber como era a vegetação anteriormente ao desmate, os Policiais fizeram comparação de imagens de satélites e verificaram que a vegetação no local era de grande porte e formava copas, fato também confirmado pelas árvores que estavam em leiras no local e pela vegetação ao lado da área desmatada por sobrevoo de drone.

Polícia Militar Ambiental de Corumbá autua mulher de 30 anos em R$ 91,5 mil por desmatamento e exploração ilegal de madeira no Pantanal
Imagem do desmatamento feita por drone.

No momento em que a PMA vistoriou o local, notou-se que as árvores foram arrancadas pela raiz e a madeira seria explorada. Só de aroeira, considerada uma espécie nobre foram encontradas 160 árvores de grande porte nas leiras. Tudo era realizado sem licença ambiental. A aroeira é a preferida dos contrabandistas porque tem durabilidade longa e pode ser empregada em várias finalidades nas propriedades rurais. Uma máquina pá-carregadeira que juntava as árvores caídas nas leiras foi apreendida.

A fazendeira responderá por dois crimes ambientais. Se condenada, poderá pegar pena prevista de três a seis meses de detenção pelo desmatamento e de seis meses a um ano de detenção pela exploração da madeira.

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