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SAFRA DE VERÃO

Colheita da soja está quase finalizada no Estado com produção recorde

Estimativa é um volume de 10,5 milhões de toneladas, um recorde para o Estado na produção de soja neste ano

30 março 2020 - 10h45Rosana Siqueira com assessoria
MS deve superar os 10 milhões de toneladas de soja
MS deve superar os 10 milhões de toneladas de soja - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
FAMASUL - SENAR

 A colheita da soja atinge 98,8% em Mato Grosso do Sul, nesta segunda-feira (30). As informações são do Siga/MS (Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio), a estimativa é um volume de 10,5 milhões de toneladas, um recorde para o estado. 

A colheita da oleaginosa no estado teve início no final de janeiro, diminuindo a melhor janela para o plantio do milho, segundo o Zarc (Zoneamento Agrícola de Risco Climático), do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

 “Porém, como o clima se manteve favorável e os preços estão promissores para a cultura, os produtores se mantiveram motivados para iniciar o quanto antes o plantio do milho”, explica a analista técnica do Sistema Famasul, Tamiris Azoia.

“Na semana de 07 de fevereiro, havia 3,2% da área plantada, enquanto no ano anterior, no mesmo período, 20% da área já estava plantada. Na última semana dentro do Zarc, concluído em 10 de março, o estado estava com 71% da área de milho plantada, no ano anterior, 90% para a mesma semana”, detalha.

Comparando com a segunda safra do ciclo anterior (2018/2019), em que a área plantada foi de 2,1 milhões de hectares, para esta safra atual calcula-se uma área em torno de 1,9 milhões de hectares.

Soja – A oleaginosa registrou um preço médio de R$79,4 por saca no mês de março. Se comparado ao mesmo período do ano passado, houve um avanço de 18%, quando o valor cotado era de, em média, R$67,3 por saca.

As cotações externas seguem voláteis pelo cenário macroeconômico devido ao novo coronavirus (Covid-19), que ainda mantem uma pressão sobre os preços de uma forma geral.

No entanto, as cotações da soja no mercado interno permanecem historicamente altas, sustentadas pelas contínuas valorizações da moeda americana, que encerrou no último dia 27 a R$5,1, e pelo elevado percentual da safra 2019/20, já comercializada.

 

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