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COTOLENGO

Com razão

3 novembro 2017 - 06h00Por

COM RAZÃO Barbozinha ( foto) tem razão. Aqui inverteram as prioridades: Copa, Olimpíadas, esquecendo do narcotráfico na fronteira. Faltam homens e melhor estrutura na PF  e da PRF. Aí sobra para o Estado arcar com o pesado ônus sem qualquer ajuda da União. Aliás, o governador Reinaldo tem sido feliz nesta cobrança muito justa. A desgraça carioca tem sua origem aqui.

ESSE PAÍS... Fiscais do MTE nos cemitérios autuando garotos limpando túmulos no Finados. Questiono:  em plena crise, é melhor eles labutarem honestamente sem coação num ambiente sadio  ou partirem para o mundo do crime? Brincadeira; sobram leis, falta sensibilidade!

DESASTRE  Faltam melhor divulgação e estratégia a campanha do cadastramento biométrico do TRE. Pouca gente comparecendo devido a burocracia e os poucos locais disponíveis. O correto seria a carreta do TJMS percorrer os bairros facilitando a vida dos eleitores. Desse jeito, sei não...

REPITO : “Pesquisa eleitoral é igual biquíni – mostra o principal  - mas esconde o essencial. Sem questionar a metodologia da pesquisa IPEMS fica a impressão de que o ex-governador André   caminha para reeditar  a performance de Pedrossian no pleito de 1998 e de Delcídio em 2014.

FADIGA  Quase 20 anos se passaram, o pais é outro: internet, celular,  escândalos, prisões, recessão e desemprego. O cenário é bem mais complexo. Os currais eleitorais diminuíram e aumentou o contingente de exigentes e esclarecidos. O modelo impositivo não é mais aceito pelo eleitor.

CELULAR  Quem não tem? Só o pobre, velho ou excluído social. Todos aprendendo  manuseá-lo e vendo as mensagens, notícias, charges e filmetes. Cada um tem potencial técnico para se transformar em repórter, flagrando fatos com consequências políticas danosas nas eleições.   

OUTSIDERS’   são os estranhos, são independentes, tem seu próprio estilo de vida  e valores”.  Na França elegeram  Macron e nos ‘States’ Trump.  Na  pesquisa do Ibope eles  chegam a 56% e são aqueles integrantes da parcela de indecisos , do voto em branco e  do voto nulo.

‘CASCATA’ Esse tipo de  efeito das eleições presidenciais para as estaduais tende a ocorrer em 2018. Se 56% dos eleitores não querem Lula e Bolsonaro, é sinal de que eles não querem gente  suspeita de partidos tradicionais e que respondem a investigações ou processos por corrupção

‘BELEZA’ Zeca do PT inelegível (‘Farra da Publicidade’); André com os bens bloqueados na J. Federal (‘Lama Asfáltica’); Nelsinho e Mandetta no caso Giza; Vander responde a vários processo no STF; João Grandão condenado a 11 anos e 10 meses no TRF-1ª. Região (‘Sanguessuga’).

O CLIMA  é de repulsa. Fruto da corrupção das lideranças e partidos. Sinto isso nas filas do dia a dia onde não vejo os políticos. Como eu digo: eleitos, os políticos são tomados pelo ‘incrível sentimento de pressa’ na relação com o eleitor. Temem cobranças  e ‘mordida’.

CORUMBÁ Como ficará o cenário? Quem serão os  beneficiados com a perda de Ruiter? Teria herdeiro político no grupo ou partido? Qual será a postura política do novo prefeito Marcelo Yunes (PTB) e como serão suas relações com o Governo Estadual? Tem futuro?

MAIS UM...  O estresse arrebenta o político. Apesar das plásticas, pontes de safena e dos ‘stents’ o desgaste é enorme. Envelhecem rápido. Os casos de Tancredo, Luiz E. Magalhães, Temer e Ruiter são exemplos visíveis e outras vítimas estão a caminho. Vale mesmo a pena?  

MANOBRA   Para fugir da Lava Jato políticos investigados pela PF, inclusive aqui,   já optam por candidatura mais segura, trocando o Governo e o Senado pela Câmara. É a busca do foro privilegiado no STF, o paraíso da impunidade, onde demorou mais de 100 anos para um político ser condenado.

MORO demora em média, uma semana para aceitar uma denúncia do MPF - o STF precisa de 581 dias. Enquanto  a tramitação penal no foro federal do Paraná leva apenas alguns meses, no STF a média é de 1377 dias,  ou seja quase 4 anos. Convenhamos, muita diferença!

EDUARDO Cunha   levou mais de 15 anos de prisão depois de apenas 5 meses de sua prisão. Já Collor, citado na Lava Jato em 2014, leva vantagem no STF onde corre seu processo; só em agosto último se tornou réu. Vai empurrar com a barriga  prescrevendo o crime com seu mandato.

 

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