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Cursos online ganham força nas escolas

Segunda, 24 de Março de 2014 - 08:22
Fonte: Valor Econômico
Foto: Reprodução / Valor
Não ameaçam cursos das escolas
Regina Herzlinger é quase uma celebridade. Ela foi a primeira mulher a se tornar professor titular da Harvard Business School, e hoje lidera a marcha da escola nos Massive Open Online Courses (Moocs), cursos online abertos em grande escala que prometem revolucionar o mundo do ensino superior.
 
A professora, cujo curso sobre inovação em cuidados com a saúde começa a ser ministrado neste mês, é uma defensora do ensino virtual gratuito. "Os Moocs podem democratizar a educação, é fantástico poder alcançar tanta gente."
 
Harvard, MIT Sloan, a Darden School da Universidade da Virgínia e várias outras grandes escolas de negócios dos Estados Unidos estão testando esse modelo. A Wharton, da Universidade da Pensilvânia, foi mais longe e disponibilizou livre acesso a 10% de seus principais cursos online de MBA. Assim como a professora Regina, o vice-reitor de inovação da instituição, Karl Ulrich, acredita que o impacto social é a principal razão da promoção desses Moocs.
 
Ele cita o exemplo de um programa da Wharton que recebeu mais de 130 mil matrículas. "A aceitação está sendo enorme." Em sua opinião, os Moocs também são um exercício de construção de marca para a escola e podem ajudar os professores a ministrar cursos melhores no campus. "Essa experiência mudou a maneira como ensino; hoje, sou um professor melhor e isso beneficia a todos."
 
Os Moocs são apenas um exemplo de uma explosão de aprendizado online formal e informal possibilitado nos últimos anos pelos avanços tecnológicos. Os professores que ministram nos campi estão cada vez mais "dando uma sacudida" em suas aulas, fornecendo antecipadamente aos alunos gravações em vídeo de suas palestras e, assim, usando o tempo em sala de aula para discussões.
 
A Baylor University do Texas vai oferecer seu programa de MBA online a partir de maio, e a Imperial College de Londres lançará o seu em janeiro de 2015. Os Moocs dependem de plataformas tecnológicas feitas por companhias como a Coursera, mas muitas outras já estão interessadas em desenvolvê-las. No Imperial College, por exemplo, o reitor Anand Anandalingam diz que o curso será apoiado pelo grupo de tecnologia da própria escola.
 
Ele acredita que o programa ganhará popularidade entre aqueles que dão valor à instituição, mas são dissuadidos de estudar no campus em razão do alto custo de vida em Londres. No entanto, a taxa de 30 mil libras é comparável à do EMBA do Imperial College em Londres, fazendo deste um curso online nobre. "Não se trata de um programa barato", admite o reitor, insistindo que ele terá o mesmo nível de ensino e serviços dos cursos presenciais. O programa vai atender cerca de 200 estudantes por ano.
 
Idalene Kesner, reitora da Kelley School of Business da Universidade de Indiana, que lançou seu MBA a distância em 1999, acredita que esse mercado continuará crescendo apesar da maior concorrência dos Moocs. Sua escola já lançou cursos gratuitos para formandos da área de negócios e o plano é ampliar esse serviço para os 580 mil ex-alunos da Universidade de Indiana. "Temos um público já garantido", diz. Segundo ela, existe um mercado crescente de programas mais curtos online certificados voltado para executivos.
 
As grandes escolas, de todo modo, estão confiantes de que os Moocs não substituirão ou ameaçarão seus principais cursos, como os de MBA.
    
 
 
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